Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
21/02/2026 22h39
Travessia sem permanência

Alguns lugares não pedem contemplação, pedem passagem.
O Viaduto do Chá é um deles. Nunca consegui observá-lo sem a sensação de que tudo ali acontece em trânsito: pessoas, ruídos, pensamentos.
Este poema nasceu dessa experiência. Não como quem descreve a cidade, mas como quem é atravessado por ela. Há um cansaço que não é físico, um silêncio que não é ausência de som, um aprendizado lento de que certos vazios não devolvem nada.
O texto não quer explicar São Paulo. Quer apenas existir nela por alguns instantes.

 

Leia o poema completo:
👉 VIADUTO DO CHÁ

Publicado por Alves Batista
em 21/02/2026 às 22h39
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20/02/2026 13h23
Quando o Dia Nos Colhe

Hoje reli um poema antigo que escrevi em uma fase de inquietação silenciosa. Naquela época, a expressão “carpe diem” me soava como ordem apressada, quase uma exigência de felicidade imediata. Mas nunca vi o dia como fruto pendendo dócil de um galho. Sempre me pareceu mais próximo de um animal indomável, desses que não se deixam capturar por palavras bonitas.

Viver não é apenas colher; é também aceitar o risco da colheita. Há algo de vertiginoso no instante. Ele não se oferece — ele irrompe. Às vezes aquece, às vezes queima.

Percebi, enquanto escrevia, que não somos apenas sujeitos do tempo, somos também atravessados por ele. Talvez o dia nos colha antes que consigamos tocá-lo. Talvez viver seja menos sobre controlar o agora e mais sobre suportar sua intensidade.

Se quiser caminhar comigo por essa reflexão em versos, convido você a ler o poema completo.

 

Leia o texto na íntegra:
🔗 CARPE DIEM

 

Nos vemos no fogo das próximas palavras.

Publicado por Alves Batista
em 20/02/2026 às 13h23
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20/02/2026 01h09
Silêncio Entre As Paredes

Algumas presenças desaparecem sem aviso. Outras permanecem como espaços vazios que você atravessa todos os dias.

Escrevi este texto para tentar ouvir o que sobra quando tudo se fecha: o som do quarto, a luz que ninguém acende, a última sílaba de um nome que já não se pronuncia.

Às vezes, a escrita é apenas um modo de mapear a ausência. Este é um desses mapas — seco, direto, sem ornamentos, porque nada mais resta senão a constatação do silêncio.

Se você quiser sentir esse vazio comigo,
pode ler o texto completo aqui:
👉 “MANUAL DE QUARTO FECHADO”

Publicado por Alves Batista
em 20/02/2026 às 01h09
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19/02/2026 18h50
Entre Laços e Luz

A família moderna é feita de telas que aproximam, notificações que atravessam o dia, abraços que resistem à distância.

Entre a rotina digital e os afetos que insistem em florescer, encontrei a poesia que habita esses instantes.

Escrevi “ENTRE NOTIFICAÇÕES E ABRAÇOS” para capturar essa realidade viva, plural e mutável. É uma tentativa de dizer que, mesmo na fissura do concreto, a vida familiar floresce.

 

Leio o poema completo:
👉 “ENTRE NOTIFICAÇÕES E ABRAÇOS”

Publicado por Alves Batista
em 19/02/2026 às 18h50
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18/02/2026 19h22
Entre Lumes e Memórias

Hoje me peguei pensando no que perdura no tempo.

No beijo, no olhar, no calor de um momento, o amor se insinua como chama que não se apaga, como promessa silenciosa que acompanha a memória.

Escrevi uma pequena quadra para guardar essa sensação, um reflexo do que arde e persiste, mesmo quando tudo parece efêmero.

 

Leia a quadra completa:

👉  PROMESSA ARDENTE

 

 

Publicado por Alves Batista
em 18/02/2026 às 19h22
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