Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
10/02/2026 21h01
Entre o que fica e o que não volta

Hoje escrevi sobre esperar sem fazer promessas.
Não como quem aposta, mas como quem cuida.
Há coisas que não regressam, e ainda assim pedem água, silêncio e presença.
Esta carta nasceu desse lugar:
onde o amor não garante finais,
mas se recusa a abandonar o gesto.

 

Leia a carta completa:
→  SEM GARANTIAS

Publicado por Alves Batista
em 10/02/2026 às 21h01
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09/02/2026 23h56
A Geometria do Fôlego

Hoje, mergulhado na meditação sobre as formas, revisitei a gênese do Indriso. Como bem observei ao concebê-lo em Madri, essa estrutura não é fruto de uma operação puramente racional, mas sim um movimento do nosso "ajudante subconsciente".

Ao lapidar minha nova composição, busquei refletir exatamente essa "síntese alquímica" entre o múltiplo e o único. No processo de sístole, os versos se fundem e se contraem até a unidade ; na diástole, eles se expandem novamente, revelando as duas faces de uma mesma moeda simbólica. O poema deixa de ser apenas métrica para se tornar um padrão rítmico cósmico.

 

Leia a composição completa: 
👉 RESPIRAÇÃO INDRÍSICA

Publicado por Alves Batista
em 09/02/2026 às 23h56
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08/02/2026 23h56
Quando a saudade dança em versos

A saudade, esse fio invisível que nos prende ao passado, encontrou sua forma na tradição da ciranda poética.
Na minha última criação, dei início à Ciranda da Saudade, onde cada trova se conecta à anterior, formando um tecido de lembranças e melodias. É um convite para que o leitor caminhe comigo nesse círculo de versos, onde a saudade não se cala, mas canta.

 

Leia e participe da ciranda:

👉 CIRANDA DA SAUDADE

Publicado por Alves Batista
em 08/02/2026 às 23h56
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05/02/2026 18h42
Entre o gesto e o algoritmo

Hoje publiquei um ensaio que nasceu de uma inquietação silenciosa: o modo como o corpo humano vem sendo reposicionado na era dos sistemas algorítmicos. Não como símbolo, nem como presença — mas como ferramenta.
 

A ideia não surgiu de uma crítica direta à tecnologia, mas de uma pergunta mais delicada: o que acontece com a autonomia quando a ação se torna resposta? Quando o gesto deixa de ser escolha e passa a ser execução?
 

O texto não pretende oferecer respostas. Ele apenas tenta reter o olhar por um instante, antes que a adaptação se complete.
 

Se você também sente que há algo se deslocando — algo entre o corpo, o trabalho e a liberdade — talvez esse ensaio te interesse.


👉 O FIM DA CARNE: Quando Humanos Viram Ferramentas das Máquinas

 

Publicado por Alves Batista
em 05/02/2026 às 18h42
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03/02/2026 19h22
Entre o Som e o Silêncio

Há ruídos que não se calam, mesmo quando o mundo parece quieto. O zunido urbano, metáfora de uma angústia moderna, insiste em atravessar o dia e a noite, como se fosse o eco de uma cidade que nunca dorme. Entre telas luminosas e discos antigos, pulsa uma inquietação que se repete, como o próprio Rondel.

Esse poema é uma tentativa de capturar o ritmo obsessivo da vida contemporânea, onde o silêncio já não existe sem o som que o invade.

 

Leia o Rondel completo:
👉 ZUMBIDO URBANO

Publicado por Alves Batista
em 03/02/2026 às 19h22
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