Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
29/01/2026 20h50
Entre o Sol e a Lua

Há instantes em que o céu se torna palco de uma coreografia silenciosa.
O Sol, em sua despedida cortês, abre espaço para que a lua crescente se erga com delicadeza. É nesse encontro de luzes e sombras que o tempo parece dançar, revelando a poesia escondida no horizonte.

 

Leia o poema completo
👉
A DANÇA DO TEMPO

Publicado por Alves Batista
em 29/01/2026 às 20h50
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27/01/2026 18h20
Entre o Silêncio e o Encontro

Existem “nãos” que não negam — antes, abrem caminhos.  
São portas fechadas que, ao serem aceitas, se transformam em passagens para Deus.  
Compartilho aqui um conjunto de provérbios que chamei de OS QUATRO NÃOS.  
Eles falam do vazio, da saudade, do silêncio e do amor — quatro experiências humanas que, quando acolhidas, nos conduzem ao Deus que transforma.  


Leia o texto completo
👉 OS QUATRO NÃOS

Publicado por Alves Batista
em 27/01/2026 às 18h20
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26/01/2026 14h56
Entre Forma e Fissura

Voltei a este poema muitas vezes antes de aceitá-lo como fechado. Ele nasceu da insistência — não da inspiração súbita — e cresceu no atrito entre rigor formal e instabilidade interior.
Trabalhar a redondilha, as rimas e o acróstico não foi um exercício de contenção, mas de escuta: a loucura que me interessava não é a que explode, e sim a que se organiza para não ruir.

 

Leitura completa aqui:
👉 L O U C U R A

Publicado por Alves Batista
em 26/01/2026 às 14h56
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24/01/2026 13h13
Entre Chaves e Sombras

Hoje, meu diário de bordo amanheceu com um peso diferente.
Às vezes, passamos a vida inteira erguendo muros, decorando corredores externos e mantendo a porta do "último cômodo" trancada a sete chaves.
O texto que compartilho com vocês hoje nasceu do exato instante de rendição. Sabe aquele segundo em que o barulho do mundo silencia e você decide, finalmente, parar de fugir?
Escrever sobre essa entrega — essa "alma desnuda" que se torna oferenda — foi um processo de despir minhas próprias certezas.
Quando o amor deixa de ser uma interrogação e passa a ser o ar que respiramos juntos, o medo perde sua utilidade.

Convido você a cruzar esse portal comigo e sentir o que acontece quando as fugas terminam.

 

Confira a prosa completa:
👉
O LIMIAR DO AGORA

Publicado por Alves Batista
em 24/01/2026 às 13h13
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23/01/2026 12h03
Respirar o instante

A manhã se abre como um livro de páginas úmidas, onde cada verso é escrito com luz, vento e silêncio.

Os HAIKAIS que compartilho hoje nasceram da contemplação de um instante: o canto do curió, o orvalho que toca a terra, o limoeiro que dança com o vento.

São imagens breves, mas intensas, que buscam capturar o que escapa entre os segundos.

Cada haikai é uma janela para o efêmero.

Que eles possam tocar você como o sol toca a flor ao amanhecer.

 

🌿 Leia os haikais completos: HAIKAIS

Publicado por Alves Batista
em 23/01/2026 às 12h03
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