Há lições que o tempo não registra em ponteiros, mas em texturas
No silêncio de uma varanda, o vigor que se esvai de um vaso ensina mais sobre a finitude do que a precisão metálica de qualquer relógio.
Hoje, o minimalismo do Poetrix me serviu de moldura para essa "Filosofia de Varanda".
Um convite para pausar a contagem e observar o processo.
Convido você a ler e contemplar esta breve pausa.
Na aldravia, cada palavra é uma semente; cada verso, um horizonte.
Hoje, compartilho uma reflexão sobre a travessia de ciclos.
Entre o findar de 2025 e o germinar de 2026, não há apenas o passar dos dias, mas um processo vital de cultivo e renovação.
Convido você a ler e sentir esta síntese.
Algum
as palavras não pedem celebração — pedem chão. 
O Alicerce do Amanhã nasce desse gesto simples: ficar de pé diante do tempo, com o que fomos e o que ainda ousamos ser.
Se quiser começar o ano com mais lucidez do que pressa, o poema está à sua espera.
Leia: O ALICERCE DO AMANHÃ
Hoje
compartilho com vocês uma criação muito especial: meu novo acróstico intitulado "FELIZ ANO NOVO". Inspirado pela energia dos recomeços, pela fé que nos guia e pela esperança que renasce a cada passo. É um convite à reflexão e ao entusiasmo diante do novo ciclo que se inicia.
Cada verso foi cuidadosamente tecido para transmitir coragem, afeto e otimismo — sentimentos que desejo cultivar e espalhar neste novo ano.
Leia o acróstico completo:
👉 FELIZ ANO NOVO
Espero que ele toque seu coração como tocou o meu ao escrevê-lo.
Que tal começar o ano com poesia?
Compor DALANGOLA DIFERENTE (Dalangola Tautogramático) foi um exercício de arquitetura verbal e resistência criativa.
O maior aprendizado foi perceber que a tautologia (repetição da inicial) atua como uma âncora: enquanto a estrutura tenta subir ou descer, o som persistente do "D" amarra o poema em um ciclo contínuo de reinvenção. Como diz a minha nota nele, a "queda" técnica de passar do ascendente ao descendente tornou-se o "impulso" para o fechamento do conceito.
Leia o poema: DALANGOLA DIFERENTE