
Hoje, entre o peso da cruz e a leveza da rima, nasceu uma trova.
O verso, simples e direto, revela que até na seriedade do trabalho há espaço para o riso.
São quatro linhas que condensam o esforço, a fé e a brincadeira de quem insiste em transformar o cotidiano em arte.
Convido você a mergulhar nessa leitura:
👉 ENTRE A CRUZ E A RIMA
Essa frase "PRETÉRITO ÉTICO" nasceu do incômodo que sinto ao perceber como muitas vezes o passado é moldado para caber em narrativas confortáveis, apagando dores, silenciando vozes e suavizando conflitos. O verdadeiro papel da história é justamente o contrário: expor as fissuras, dar voz ao que foi calado e lembrar que a experiência humana é feita de contradições.
A inspiração veio das minhas interações no texto “Por que historiadores incomodam tanto”, publicado no Recanto das Letras pelo autor Filosofia e História Fácil. Sua provocação me levou a pensar que incomodar é, afinal, um gesto ético — porque só quem incomoda rompe o silêncio da conveniência.
Convido você a mergulhar nessa reflexão:
👉 Leia: PRETÉRITO ÉTICO
Esta mensagem nasceu do encontro entre a notícia passageira e a Palavra permanente.
Em meio a tronos que se erguem e caem, a Escritura recorda a fragilidade de todo poder humano e a constância das promessas que não falham.
A narrativa bíblica atravessa o tempo para lembrar que o amanhã não se submete ao controle dos homens, mas à fidelidade de Deus.
Fica o convite à leitura atenta e silenciosa.
👉 Leia: ENTRE TRONOS E PROMESSAS

Mais um novo texto publicado: A ARTE DA AUTORREVELAÇÃO.
Nele, reflito sobre como a vulnerabilidade pode se transformar em caminho de autoconhecimento, e como a arte — seja uma canção ou uma narrativa — tem o poder de revelar aquilo que guardamos em silêncio.
A inspiração veio das interações no texto "MEMÓRIA DE UM REFRÃO", publicado recentemente. Agora, neste novo ensaio, aprofundo a relação entre arte, lembrança e identidade.
Convido você a ler e se deixar tocar por essa reflexão.
👉 A ARTE DA AUTORREVELAÇÃO.

Sabe, há dias em que a gente não escreve porque quer, mas porque um som nos obriga a lembrar.
Hoje, enquanto organizava alguns arquivos, “Baby, I Love Your Way” começou a tocar.
Em um instante, percebi que sinto falta não apenas daquela época, mas da paciência que a gente tinha para sentir as coisas.
A música, mais do que um conjunto de notas, é um arquivo vivo da memória.
Cada acorde pode abrir portas para épocas inteiras, resgatando não apenas sentimentos, mas modos de existir que já não cabem no presente.
Tentei rebobinar a fita cassete com uma caneta, buscando recuperar a textura de um tempo onde o amor parecia mais simples e o relógio não corria tanto.
Dê uma pausa do mundo lá fora e venha ler comigo essa memória: