Às vezes, imaginamos que as grandes transformações dependem de acontecimentos extraordinários, de líderes capazes ou de um futuro que insiste em não chegar. Mas talvez tudo comece num gesto discreto: a decisão de não participar daquilo que sabemos estar errado.
Escrevi este ensaio pensando no poder de uma consciência que se recusa a seguir a multidão — e na possibilidade de que duas ou três pessoas, permanecendo fiéis ao que reconhecem como justo, abram uma brecha onde antes só havia conformidade.
Porque o futuro que desejamos talvez comece muito antes de chegar.
📖 Leia o ensaio “DUAS OU TRÊS”