Este soneto, EGERIA, nasceu de uma escuta — não de uma ideia pronta.
Escrevê-lo foi um exercício de contenção: retirar excessos, ouvir o ritmo, confiar no silêncio. Como a água, que não explica — permanece.
Convido você a ler este soneto com calma, como quem se aproxima de uma fonte antiga.
✒️ EGERIA