Tem gente que nasce sabendo amar.
Outros aprendem a sobreviver ao curto-circuito.
Esse poema nasceu da sensação de que certos afetos não acabam de uma vez — vão queimando aos poucos, fazendo ruído dentro da parede, pedindo manutenção onde talvez já fosse caso de desligar a chave geral.
Escrevi pensando nessa mistura estranha de cansaço, humor e improviso emocional que muita gente chama de maturidade.
Às vezes, a gente não quer salvar nada.
Só impedir o incêndio.
Leia o poema completo:
🔧 OFICINA DA DESILUSÃO