Existe uma forma silenciosa de exaustão que distancia aquilo que fazemos e de uma vida digna.
Nos ensinaram a perseguir estabilidade como sinônimo de liberdade. Quase nunca é.
Muitas vezes, é apenas uma forma sofisticada de dependência emocional, financeira e simbólica.
Passei os últimos dias escrevendo sobre autonomia. A capacidade de permanecer sem se aprisionar. De partir sem se destruir. De dizer “não” sem culpa.
Talvez crescer seja isso: recuperar o direito de decidir o ritmo da própria existência.
Leia o manifesto: