Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Perfil Livro de Visitas Contato
Meu Diário
21/04/2026 07h25
Do mito e da corda

Hoje acordei com a imagem de uma barba que nunca existiu.

Fui procurar Joaquim José — o homem de carne, osso e silêncio — e encontrei um Cristo de gravura, barbudo e absolvido, pendurado nas paredes da República. Acontece que herói se faz com o que restou depois da degola: não sobra carne, sobra fome de símbolo.

Escrevi "Barba Póstuma" para entender onde termina o pisoteado e começa o florido.

 

Abaixo, o texto. Se tiver coragem de olhar para a corda estalada, clique.

👇   

"BARBA PÓSTUMA"

Publicado por Alves Batista
em 21/04/2026 às 07h25
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.