Hoje acordei com a imagem de uma barba que nunca existiu.
Fui procurar Joaquim José — o homem de carne, osso e silêncio — e encontrei um Cristo de gravura, barbudo e absolvido, pendurado nas paredes da República. Acontece que herói se faz com o que restou depois da degola: não sobra carne, sobra fome de símbolo.
Escrevi "Barba Póstuma" para entender onde termina o pisoteado e começa o florido.
Abaixo, o texto. Se tiver coragem de olhar para a corda estalada, clique.
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