Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
20/03/2026 20h07
Entre o que mastiga e o que resta

Escrevi este poema para testar os limites do próprio desgaste. Não há iluminação aqui — há atrito.

Certas imagens só revelam algo quando são atravessadas mais de uma vez. O rondel me interessou justamente por isso — pela repetição que não consola, apenas retorna.

Talvez escrever seja isso: medir o que sobra depois que o dia passa por dentro da gente.

 

Se quiser ler o poema completo:
👉 Ler
“O DENTE DO DIA”

Publicado por Alves Batista
em 20/03/2026 às 20h07
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