Escrevi este poema para testar os limites do próprio desgaste. Não há iluminação aqui — há atrito.
Certas imagens só revelam algo quando são atravessadas mais de uma vez. O rondel me interessou justamente por isso — pela repetição que não consola, apenas retorna.
Talvez escrever seja isso: medir o que sobra depois que o dia passa por dentro da gente.
Se quiser ler o poema completo:
👉 Ler “O DENTE DO DIA”