Há manhãs em que o tempo resolve parar.
Escrevi "ECOS DO OUTONO" numa dessas manhãs. Acordei com a chuva, abri a porta, fiquei ouvindo. O texto saiu sozinho.
Depois vieram os haicais escondidos nos sons: a fruta caindo, o canto espaçado do sabiá, a neblina trazendo o cheiro de barro.
Se você quiser mergulhar nessas manhãs que insistem em durar, talvez esta seja sua chance.
Leia:
👉 "ECOS DO OUTONO"