Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
21/02/2026 22h39
Travessia sem permanência

Alguns lugares não pedem contemplação, pedem passagem.
O Viaduto do Chá é um deles. Nunca consegui observá-lo sem a sensação de que tudo ali acontece em trânsito: pessoas, ruídos, pensamentos.
Este poema nasceu dessa experiência. Não como quem descreve a cidade, mas como quem é atravessado por ela. Há um cansaço que não é físico, um silêncio que não é ausência de som, um aprendizado lento de que certos vazios não devolvem nada.
O texto não quer explicar São Paulo. Quer apenas existir nela por alguns instantes.

 

Leia o poema completo:
👉 VIADUTO DO CHÁ

Publicado por Alves Batista
em 21/02/2026 às 22h39
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