Algumas presenças desaparecem sem aviso. Outras permanecem como espaços vazios que você atravessa todos os dias.
Escrevi este texto para tentar ouvir o que sobra quando tudo se fecha: o som do quarto, a luz que ninguém acende, a última sílaba de um nome que já não se pronuncia.
Às vezes, a escrita é apenas um modo de mapear a ausência. Este é um desses mapas — seco, direto, sem ornamentos, porque nada mais resta senão a constatação do silêncio.
Se você quiser sentir esse vazio comigo,
pode ler o texto completo aqui:
👉 “MANUAL DE QUARTO FECHADO”