Há textos que não nascem — resistem.
Ficam à espreita, escondidos entre papéis, atrás de palavras já gastas, por trás de janelas abertas para madrugadas inquietas.
“TÁCITA CABROCHA” passou pela noite como quem tateia um quarto escuro. Revirei livros, consultei o dicionário como se ele fosse cúmplice de algum segredo, ouvi o mundo acordar antes de mim. E foi justamente quando desisti da busca ansiosa que a revelação veio — leve, quase travessa — pousada no canto dos pássaros e no aroma inaugural do café.
Se você também já perseguiu uma ideia pela noite adentro, talvez reconheça esse momento.
Convido você à leitura:
👉 “TÁCITA CABROCHA”