Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
14/02/2026 21h18
No Silêncio do Canto

Há textos que não nascem — resistem.
Ficam à espreita, escondidos entre papéis, atrás de palavras já gastas, por trás de janelas abertas para madrugadas inquietas.

 

“TÁCITA CABROCHA” passou pela noite como quem tateia um quarto escuro. Revirei livros, consultei o dicionário como se ele fosse cúmplice de algum segredo, ouvi o mundo acordar antes de mim. E foi justamente quando desisti da busca ansiosa que a revelação veio — leve, quase travessa — pousada no canto dos pássaros e no aroma inaugural do café.


Se você também já perseguiu uma ideia pela noite adentro, talvez reconheça esse momento.

 

Convido você à leitura:
👉 “TÁCITA CABROCHA”

 

Publicado por Alves Batista
em 14/02/2026 às 21h18
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