Há dias em que o mundo caminha
sem peso, sem medida.
O mérito atravessa a rua com pés feridos,
enquanto a astúcia repousa à sombra, satisfeita.
Escrever torna-se escansão moral,
ritmo secreto entre o que foi e o que é.
Entre versos herdados e versos próprios
dialogo com o tempo —
e com aqueles que, séculos antes,
também estranharam a ordem das coisas.
Leia o poema completo:
👉 Leia a glosa: “DESTINO SEM BALANÇA”