Alves Batista
— "Escrevo para entender — para entender, escrevo." (Alves Batista)
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Meu Diário
03/02/2026 19h22
Entre o Som e o Silêncio

Há ruídos que não se calam, mesmo quando o mundo parece quieto. O zunido urbano, metáfora de uma angústia moderna, insiste em atravessar o dia e a noite, como se fosse o eco de uma cidade que nunca dorme. Entre telas luminosas e discos antigos, pulsa uma inquietação que se repete, como o próprio Rondel.

Esse poema é uma tentativa de capturar o ritmo obsessivo da vida contemporânea, onde o silêncio já não existe sem o som que o invade.

 

Leia o Rondel completo:
👉 ZUMBIDO URBANO

Publicado por Alves Batista
em 03/02/2026 às 19h22
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