Há ruídos que não se calam, mesmo quando o mundo parece quieto. O zunido urbano, metáfora de uma angústia moderna, insiste em atravessar o dia e a noite, como se fosse o eco de uma cidade que nunca dorme. Entre telas luminosas e discos antigos, pulsa uma inquietação que se repete, como o próprio Rondel.
Esse poema é uma tentativa de capturar o ritmo obsessivo da vida contemporânea, onde o silêncio já não existe sem o som que o invade.
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👉 ZUMBIDO URBANO