Hoje, meu diário de bordo amanheceu com um peso diferente.
Às vezes, passamos a vida inteira erguendo muros, decorando corredores externos e mantendo a porta do "último cômodo" trancada a sete chaves.
O texto que compartilho com vocês hoje nasceu do exato instante de rendição. Sabe aquele segundo em que o barulho do mundo silencia e você decide, finalmente, parar de fugir?
Escrever sobre essa entrega — essa "alma desnuda" que se torna oferenda — foi um processo de despir minhas próprias certezas.
Quando o amor deixa de ser uma interrogação e passa a ser o ar que respiramos juntos, o medo perde sua utilidade.
Convido você a cruzar esse portal comigo e sentir o que acontece quando as fugas terminam.
Confira a prosa completa:
👉 O LIMIAR DO AGORA