Confesso que, ao escrever este dueto, senti como se estivesse abrindo uma janela dentro de mim.
Ao compor “VOZES DA MEMÓRIA”, percebi que dialogava diretamente com “Faces da História”, do poeta Jacó Filho. Ele trouxe a força da narrativa histórica, o peso entre derrotados e vencedores, e eu me vi respondendo com a lembrança que insiste em não se apagar.
Nesse caminho, não posso deixar de reconhecer Eligio Moura, criador do estilo Reprise, que nos oferece essa cadência única, quase como um refrão que retorna para nos lembrar que nada se perde quando a palavra insiste em voltar.
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👉 FACES DA HISTÓRIA · VOZES DA MEMÓRIA