Nem todas as palavras
pertencem ao momento em que foram escritas.
Algumas esperam.
Ficam ali, quietas,
até encontrar alguém disposto a atravessá-las.
“Apenas seca meu suor com teu hálito
e chama de ‘lar’
este abismo onde nos desabitamos.”
“Ah, não espere o adeus pra revelar
o que o peito guarda e quer soltar.”
📖 Ao Pai e o Filho: O que fica?
“Viraste verbo:
ginga que dobra a dor,
corpo que se faz reino.”
Algumas frases não explicam nada.
Dizem exatamente o que precisava ser dito.
Fiat Lux.
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