Hoje escrevi sobre aquilo que não pede licença para existir.
Não a alegria leve das frases prontas, mas a que nasce depois da cinza. A que atravessa o peito como labaredas sob a costela. A que começa num riso e termina em muitos corações erguidos ao mesmo céu.
Há dias em que o vento sopra sobre o que parecia apagado — e algo em nós reacende.
Não é euforia.
É insistência.
É celebração que sobrevive.
Talvez o milagre não esteja no extraordinário, mas na coragem simples de continuar celebrando.
Leia o poema completo:
