Hoje, mergulhado na meditação sobre as formas, revisitei a gênese do Indriso. Como bem observei ao concebê-lo em Madri, essa estrutura não é fruto de uma operação puramente racional, mas sim um movimento do nosso "ajudante subconsciente".
Ao lapidar minha nova composição, busquei refletir exatamente essa "síntese alquímica" entre o múltiplo e o único. No processo de sístole, os versos se fundem e se contraem até a unidade ; na diástole, eles se expandem novamente, revelando as duas faces de uma mesma moeda simbólica. O poema deixa de ser apenas métrica para se tornar um padrão rítmico cósmico.
Leia a composição completa:
👉 RESPIRAÇÃO INDRÍSICA