Hoje publiquei um ensaio que nasceu de uma inquietação silenciosa: o modo como o corpo humano vem sendo reposicionado na era dos sistemas algorítmicos. Não como símbolo, nem como presença — mas como ferramenta.
A ideia não surgiu de uma crítica direta à tecnologia, mas de uma pergunta mais delicada: o que acontece com a autonomia quando a ação se torna resposta? Quando o gesto deixa de ser escolha e passa a ser execução?
O texto não pretende oferecer respostas. Ele apenas tenta reter o olhar por um instante, antes que a adaptação se complete.
Se você também sente que há algo se deslocando — algo entre o corpo, o trabalho e a liberdade — talvez esse ensaio te interesse.
👉 O FIM DA CARNE: Quando Humanos Viram Ferramentas das Máquinas