
"Há versos que não se alongam,
não se vestem de ornamentos,
não se escondem em labirintos.
São palavras mínimas,
mas carregam o peso de um mundo."
A Aldravia é esse sopro breve que bate à porta, chamando o leitor.
No Tautograma, cada palavra é centelha que ilumina o instante. O “q” seco, cortante, abre caminho para o desejo e para a queda.
Assim nasce a ALDRAVIA TAUTOGRAMÁTICA: síntese ardente, convite à reflexão.
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