Escrevi este poema como quem observa algo leve, belo, mas atravessado por forças que não pedem licença.
BORBOLETAS BRANCAS surgiu como um modo de pensar a brevidade, a troca silenciosa da vida com o mundo, o que há de bênção e de embate em simplesmente existir.
A escolha do tautograma não foi jogo, mas disciplina: cada B funciona como um pequeno limite imposto ao dizer.
O resultado é um poema que não afirma nem nega — apenas paira, por um momento, antes de seguir adiante.
Leia o poema completo:
👉 BORBOLETAS BRANCAS