Compor DALANGOLA DIFERENTE (Dalangola Tautogramático) foi um exercício de arquitetura verbal e resistência criativa.
O maior aprendizado foi perceber que a tautologia (repetição da inicial) atua como uma âncora: enquanto a estrutura tenta subir ou descer, o som persistente do "D" amarra o poema em um ciclo contínuo de reinvenção. Como diz a minha nota nele, a "queda" técnica de passar do ascendente ao descendente tornou-se o "impulso" para o fechamento do conceito.
Leia o poema: DALANGOLA DIFERENTE